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Jogador é chamado de 'macaco' após jogo na Arena Pantanal e registra BO em Cuiabá

Situação ocorreu após partida entre Dom Bosco (MT) e do Corumbaense (MS) pela Série D do Campeonato Brasileiro. Jogadores foram para a delegacia. Ederson Batptista de Souza, de 29 anos, conhecido como 'Robinho' Divulgação Uma suposta situação de racismo foi registrada após o jogo do Dom Bosco (MT) e do Corumbaense (MS), na noite desse domingo (20), pela Série D do Campeonato Brasileiro, na Arena Pantanal, em Cuiabá. O jogador do Corumbaense, Ederson Batptista de Souza, de 29 anos, conhecido como ‘Robinho’, prestou queixa na delegacia depois de ser chamado de ‘macaco’, logo após a partida. Ele acusou o jogador do om Bosco, Bruno Felipe Pereira dos Santos, de 21 anos, de ter feito as ofensas. Um boletim de ocorrência foi registrado pela Polícia Militar. Segundo a PM, houve um tumulto logo depois do término do jogo, que resultou no empate dos dois times. Situação ocorreu após jogo do Dom Bosco (MT) e do Corumbaense (MS), que empataram em 1 a 1 na Arena Pantanal TV Centro América Os seguranças privados da Arena Pantanal pediram apoio dos policiais e disseram que houve um tumulto entre os atletas. Os policiais foram até o vestiário e conversaram com os jogadores. Ederson afirmou à PM que foi vítima de injúria racial. No entanto, Bruno também afirmou que foi ofendido da mesma forma. O G1 ligou para os jogadores, mas os celulares estavam desligados. O representante da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) disse à PM que não presenciou as ofensas, apenas discussões ligadas ao futebol. A Polícia Civil informou ao G1 que os dois jogadores foram ouvidos na Central de Flagrantes. O procedimento investigativo ficará por conta da 2ª Delegacia de Polícia da Capital para apurar as circunstâncias relatadas pelo jogador e que configurariam o crime de injúria racial.

Funtrab oferece 15 vagas de trabalho nesta segunda-feira (21) em Campo Grande

Auxiliar de limpeza, instalador de som e sushiman estão entre as oportunidades. A semana começa com oportunidade para quem está buscando emprego na capital. Confira as vagas oferecidas pela Funtrab para esta segunda-feira (21): Auxiliar de limpeza (9 vagas): É preciso ter experiência em higienização hospitalar, será preciso fazer limpeza em vários setores de um hospital. São nove vagas sendo quatro para o noturno das 18h30 às 06h30, 12x36, uma no período diurno, das 07:00 às 16:30 e e as demais para o período diurno das 06h30 às 18h30. Salário de R$987,00 mais vale-transporte, assistência odontológica + insalubridade de 20/% + gratificação de 102,00 + vale alimentação no valor de 209,00 reais + refeição no local de trabalho. É preciso ter 6 meses de experiência comprovada em Carteira e ensino fundamental incompleto. Instalador de som e acessórios de veículos (3 vagas): Necessário ter 6 meses de experiência na função comprovada em Carteira e ensino fundamental completo. A função é instalar peças e acessórios para veículos. Salário de R$1.600,00 e vale-transporte. Sushiman (5 vagas): É preciso ter 6 meses de experiência comprovada em Carteira e ensino fundamental completo. A função é para fazer e montar sushi (3 para o horário das 08h00 às 16h00 e 2 para o horário das 14h40 as 23h00. Salário de R$1.050,00, uniforme, refeição, vale-transporte e Cesta básica (caso não tenha falta). A Funtrab fica na rua Treze de Maio, 2773, no centro da Capital.

Operação Shirak desmantela quadrilha interestadual especializada em furtos de caminhonetes

Investigações realizadas pela Delegacia da Polícia Civil, em Rosana (SP), apontaram que o grupo desmanchava os veículos para revender as peças. Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Uma operação deflagrada pela Delegacia da Polícia Civil em Rosana (SP) prendeu nesta sexta-feira (18) oito pessoas investigadas pela suspeita de fazer parte de uma quadrilha, com atuação nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, especializada em furtos de caminhonetes. São sete homens e uma mulher que tiveram as prisões temporárias, válidas por um período de cinco dias, decretadas pela Justiça, através da Comarca de Rosana. Além de Rosana, em São Paulo, as prisões ainda ocorreram nas cidades de Dourados, Ivinhema e Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul. As investigações que resultaram na Operação Shirak apuram a prática dos crimes de furto, receptação, adulteração de sinal identificador e associação criminosa. Desde o ano passado, a Polícia Civil rastreou o envolvimento do grupo em pelo menos cinco furtos nas cidades de Euclides da Cunha Paulista, Sandovalina e Teodoro Sampaio, no Estado de São Paulo, e ainda no Paraná. Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil As investigações apontaram que a associação criminosa também possuía núcleos de atuação em Dourados, Ivinhema e Nova Andradina, todos municípios no vizinho Estado do Mato Grosso do Sul. Depois de furtadas as caminhonetes, os integrantes da quadrilha desmanchavam os veículos para a revenda das peças, mediante a adulteração dos sinais identificadores. Além disso, também reutilizavam as peças em outras caminhonetes que acabavam revendidas. Para o serviço, o grupo possuía uma oficina mecânica que ficava incumbida do desmanche e do conserto das peças dos veículos a serem revendidas. Segundo as investigações, a revenda dos produtos ilícitos contava com a participação de empresas de ferro-velho e de autopeças. Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil 'Sinal verde' As investigações identificaram que um homem de 37 anos, morador de Nova Andradina (MS) e apontado como o coordenador da associação criminosa, recebia as fotos das caminhonetes que eram alvos dos bandidos e as escolhia de acordo com sua conveniência, levando em consideração aspectos como o estado do veículo, a demanda dos revendedores, a facilidade de revenda na região e a viabilidade de adulteração de seus sinais identificadores. Após aprovar, ele autorizava o furto que era materializado com a atuação de criminosos espalhados pela região. Eles não eram contratados para um serviço específico, mas sempre aguardavam o “sinal verde” para furtarem e transportarem os automóveis. Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Depois de furtadas, as caminhonetes eram levadas até o coordenador pelos próprios ladrões ou por outras pessoas que recebiam pelo serviço. Já em posse dos veículos, o coordenador avaliava se seriam revendidos ou desmanchados e suas peças adulteradas e comercializadas. Outro apontamento feito pelas investigações é de que empresários do ramo de ferro-velho inseriam as peças ilícitas de volta ao mercado, sempre com a falsa aparência de procedência lícita, conferida pela pessoa jurídica a que estão vinculados. “Durante o período de interceptação telefônica, foram ouvidas inúmeras ligações que bem demonstram a forma de atuação da quadrilha e como fazem a revenda de peças dos veículos subtraídos. Há fortes índicos de que outras pessoas que entraram em contato com os investigados também façam parte da associação criminosa, com robustos elementos de verdadeira organização criminosa, tendo atuação nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná”, apontou o promotor de Justiça de Rosana, Renato Queiroz de Lima, que se manifestou a favor da representação apresentada pela Polícia Civil pela prisão temporária de todos os envolvidos. Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Apreensões O delegado responsável pela Operação Shirak, Ramon Euclides Guarnieri Pedrão, explicou ao G1 que também foram apreendidos nesta sexta-feira (18) quatro veículos, peças e documentos que serão periciados, além de um caminhão-guincho que era utilizado no transporte das caminhonetes furtadas. Ele salientou ao G1 que três dos homens presos são empresários dos ramos de ferro-velho e autopeças, enquanto a mulher operacionalizava a movimentação financeira do grupo. Os trabalhos também contaram com o apoio da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (18). Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil Operação Shirak foi desencadeada nesta sexta-feira (18) Cedida/Polícia Civil

Operação de combate à pornografia infantil prende 251 pessoas no país

Operação 'Luz na Infância 2' mobiliza 2,6 mil policiais em 24 estados e no DF. Alvos são pessoas que possuem conteúdos de exploração sexual contra crianças e adolescentes. Operação contra pornografia infantil prende 251 em 24 estados e no DF A maior operação de combate à pornografia infantil na história do Brasil prendeu 251 pessoas, em flagrante, até as 18h desta quinta-feira (17) em todo o país. O dado é do Ministério Extraordinário da Segurança Pública. O número final pode ser ainda maior. Até o fim da tarde, policiais civis de 24 estados e do Distrito Federal ainda trabalhavam para cumprir mandados e checar apreensões. O balanço final da operação deve ser divulgado nesta sexta (18). Operação Luz na Infância 2 Arte/G1 À noite, o presidente Michel Temer publicou, no Twitter, vídeo em que aparece ao lado do ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann. Além da operação desta quinta, ele citou outras realizações da pasta. "Na semana passada ou duas semanas atrás, operação da Polícia Militar, mais de 100 mil homens em todo o país com mais de 5 mil flagrantes em todo país. É a segurança pública do governo federal, comandada pelo ministro Raul Jungmann, que dá os melhores resultados", declarou. De acordo com o ministério, foram presas 128 pessoas na região Sudeste, 47 no Nordeste, 38 no Sul, 21 no Centro-Oeste e 17 na região Norte. Os dados por estado também só serão divulgados nesta sexta. "Nas capitais, equipes das policiais civis seguem trabalhando para checar e contabilizar conteúdos apreendidos para instrução de inquéritos", diz o ministério. Raul Jungmann fala sobre a maior operação contra pedofilia realizada no Brasil “Pela primeira vez na história, temos informações para produzir estatísticas nacionais na área de segurança, possibilitando o desenvolvimento de um plano nacional de segurança pública e defesa", disse o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Até então, segundo ele, os documentos existentes não eram analisados de forma conjunta pelos órgãos nacionais de segurança. Policiais cumprem 55 mandados contra pedofilia no Rio de Janeiro Foram cumpridos 579 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em 24 estados – apenas Paraná e Rio Grande do Norte não estão na operação. Alvos O principal alvo da polícia nesta quinta-feira (17) foi preso em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com 780 mil arquivos baixados. Policiais prendem mais de 100 pessoas em operação contra pedofilia A ação nacional intitulada Luz na Infância 2 é coordenada pelo Ministério Extraordinário da Segurança Pública e realizada pelas polícias civis de cada estado. Segundo o ministro Raul Jungmann, 1 milhão de arquivos foram analisados. Ao todo, 2,6 mil policiais de todo o país fazem apreensão de arquivos com conteúdos relacionados a crimes de exploração sexual contra crianças e adolescentes. Suspeitos também estão sendo detidos em flagrante. Secretário Nacional de Segurança Pública conta detalhes da ação Luz na Infância 2 Os alvos foram identificados pela Diretoria de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública com base em elementos informativos coletados em ambientes virtuais. A operação é realizada na véspera do Dia Nacional de Combate à Violência e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Homem preso em Campo Grande (MS) durante operação de combate à pornografia infantil Allysson Maruyama/TV Morena Parte dos presos é reincidente no crime, mas a maioria deles nunca havia sido detido, devido à dificuldade para rastrear esse tipo de material – parte dele está na "dark web", acessível apenas por meio de programas específicos e impossível de ser visto por mecanismos de busca tradicionais. Por razões de segurança, o diretor de inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Carlos Afonso Gonçalves Coelho, não detalhou a forma como os arquivos foram encontrados. "O que posso dizer que é estamos fazendo, desde o ano passado, capacitação do efetivo e desenvolvimento de novas tecnologias", afirmou. Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão em Mato Grosso e em Pernambuco Veja a situação em cada estado: Acre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Distrito Federal: um dos presos é um empresário de 57 anos, dono de um restaurante. Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso: um professor de inglês de 45 anos foi preso em Barra dos Garças, a 516 km de Cuiabá. Mato Grosso do Sul: um policial civil está entre os detidos. Minas Gerais: em Uberlândia, foi preso o principal alvo da operação, com 780 mil arquivos baixados; nas cidades do Vale do Aço e Vale do Rio Doce, foram três pessoas presas; em São Sebastião do Paraíso, um homem de 61 anos preso admitiu ter utilizado o computador de uma escola estadual para acessar os vídeos. Pará Paraíba Pernambuco Piauí Rio de Janeiro: em Campos, um homem foi preso com HDs, discos e notebook com material pornográfico; em Petrópolis, além do material, um idoso tinha um revólver. Rio Grande do Sul Rondônia Roraima: um funcionário público foi preso com fotos de crianças a partir de 5 anos. Santa Catarina São Paulo: em Campinas, um ex-sargento da polícia foi preso em flagrante, com quase mil fotos de pornografia infantil; em São Miguel Arcanjo, um dos presos atraía crianças com brinquedos e balas; em São José do Rio Pardo, um jovem de 21 anos foi detido; na região de Presidente Prudente, foram dois presos; e na Baixada Santista e no Vale do Ribeira, foram cinco presos. Sergipe Tocantins Operação contra pornografia infantil cumpre mandados em 24 estados e no DF Na primeira edição da operação Luz na Infância, realizada em 20 de outubro de 2017, foram cumpridos 157 mandados de busca e apreensão de computadores e arquivos digitais. À época, 112 pessoas foram presas. Segundo Carlos Afonso Gonçalves Coelho, na primeira etapa os arquivos foram analisados entre quatro e seis meses. Desta vez, com o aprimoramento tecnológico, o tempo foi otimizado: O serviço de inteligência chegou aos alvos em dois meses. Suspeito de 24 anos é detido em São José do Rio Preto (SP) durante operação contra pedofilia André Modesto/TV TEM Os alvos e os crimes Todas as pessoas presas nesta quinta-feira (17) estavam com uma quantidade “considerável” de arquivos de pornografia infantil armazenados, segundo o coordenador do Laboratório de Inteligência Cibernética da Secretaria de Segurança Pública, Alessandro Barreto. "Não era como se tivessem baixado sem querer. O mínimo foi 150 arquivos. Teve alguns com 50 mil, 80 mil. Um deles foi preso com mais de 200 mil arquivos armazenados." Ainda de acordo com Barreto, o perfil dos criminosos é variado. Foram identificados homens e mulheres, estudantes, advogados, profissionais da saúde e até educadores. "Teve um técnico de enfermagem que preso na Operação Peter Pan, em São Paulo, por armazenar pornografia infantil no computador de casa e, desta vez, foi preso de novo, mas com os arquivos no trabalho", disse. Os crimes investigados nesta operação são: Armazenar fotos ou qualquer material de pronografia infantil ou que revele clara violência sexual de crianças e adolescentes: de 1 a 4 anos de prisão. Compartilhamento de pornografia infantil: de 3 a 6 anos de prisão. Produção de pornografia infantil: de 4 a 8 anos de prisão. Polícia Civil faz megaoperação contra pedofilia em 24 estados e no DF Pedofilia é doença A pedofilia está entre as doenças classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como transtorno de preferência sexual. Pedófilos são pessoas adultas (homens e mulheres) que têm preferência sexual por crianças – meninas ou meninos - do mesmo sexo ou de sexo diferente, geralmente pré-púberes (que ainda não atingiram a puberdade) ou no início da puberdade. O Código Penal considera crime a relação sexual ou ato libidinoso (todo ato de satisfação do desejo, ou apetite sexual da pessoa) praticado por adulto com criança ou adolescente menor de 14 anos. Conforme o artigo 241-B do ECA é considerado crime, inclusive, o ato de "adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente." Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

Pescadores ficam perdidos por 16 horas em rio e são salvos por celular no Pantanal de MS 

Eles saíram para a pesca na noite de segunda-feira (14), mas só foram encontrador na tarde no dia seguinte. Dois pescadores são resgatados após ficarem perdidos em baía do Pantanal Dois pescadores, Josué Passoli e Enio Passoli, ficaram perdidos por aproximadamente 16 horas em uma baía do Pantanal de Mato Grosso do Sul e foram salvos após ligar para um familiar com o celular, que tinha sinal. Os homens, de 40 e 49 anos, são irmãos e atuam na profissão há 30 anos. Segundo as informações do Corpo de Bombeiros, os pescadores saíram na noite de segunda-feira (14), às 22h e só foram encontrados por volta das 13h30 de terça-feira (15). Eles se deslocaram com o barco até a baía do Rio Paraguai porque, segundo disseram aos militares, o local tinha muito peixe. Porém, não conseguiram achar o acesso de saída ao leito do rio. De acordo com os bombeiros, essa dificuldade de encontrar o caminho se deu pela cheia do Rio Paraguai, pois os camalotes, vegetação do local que se desprende do solo e desce o rio acompanhando o fluxo da água, podem alterar os acessos e configurar a paisagem, confundindo o navegador. Mesmo em uma região afastada, o celular de uma das vítimas tinha sinal e foi possível ligar para um primo e informar do ocorrido. O familiar chamou o Corpo de Bombeiros, que rebocou o barco dos profissionais até o Porto Geral de Corumbá. "Conversamos com eles por telefone. Eles estavam já cansados e estavam em uma situação já de estresse", explica o sargento do Corpo de Bombeiros André Marti. O local onde os pescadores foram encontrados ficava a 55 quilômetros de distância da cidade. Homens foram encontrados cansados e com fome. Para Josué, o tempo que ficou perdido lhe serviu de apredizado. "Uma experiência que Deus me deu de lição [...] mas pensar em morrer eu pensei", relembra Passoli. Homens ligaram para primo; bombeiros foram acionados em Corumbá, MS TV Morena/Reprodução

Centenário Forte Coimbra de Mato Grosso do Sul pode se tornar Patrimônio Mundial 

Construção histórica deve integrar candidatura de 19 fortificações situadas em dez estados brasileiros.  Centenário forte de Mato Grosso do Sul pode ser tombado como patrimônio da humanidade Renê Márcio Carneiro/Prefeitura de Corumbá O centenário Forte Coimbra, em Corumbá, no Pantanal sul-mato-grossense pode ser tombado como Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Na próxima terça e quarta-feira, dias 22 e 23, será realizada uma oficina técnica em Corumbá, para discutir entre instituições federais, estaduais, municipais e militares, os papéis de cada uma delas para apresentação da fortificação sul-mato-grossense dentro da candidatura a Patrimônio Mundial do conjunto de fortificações do Brasil. O evento será promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Exército. Os debates vão envolver conceitos e procedimentos para a apresentação da candidatura do Conjunto de Fortificações do Brasil a Patrimônio Mundial; os desafios para a gestão desses monumentos e a montagem de conjunta de estratégias para a sustentabilidade desses bens tombados. Em Mato Grosso do Sul a única fortificação que integra o conjunto que será apresentado a Unesco é o Forte Coimbra. Além do Forte de Coimbra, também integram a lista indicativa os seguintes monumentos: Fortaleza de São José, em Macapá (AP), Forte dos Reis Magos, em Natal (RN), Forte de Príncipe da Beira, em Costa Marques (RO), Forte de Santo Antônio da Barra, em Salvador (BA), Forte São Diogo, em Salvador (BA), Forte São Marcelo, em Salvador (BA), Forte de Santa Maria, em Salvador (BA), Forte de N. S. de Mont Serrat, em Salvador (BA), Forte de Santa Catarina, em Cabedelo (PB), Forte de Santo Amaro da Barra Grande, em Guarujá (SP), Forte São João, em Bertioga (SP), Fortaleza de Santa Cruz de Anhantomirim, em Governador Celso Ramos (SC), Forte de Santo Antônio de Ratones, em Florianópolis (SC), Forte de São Tiago das Cinco Pontas, em Recife (RE), Forte de São João Batista do Brum, em Recife (PE), Forte Santa Cruz de Itamaracá, em Itamaracá (PE), Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Niterói (RJ) e Fortaleza de São João, em Rio de Janeiro (RJ). O Conjunto de Fortificações do Brasil é composto por 19 fortificações situadas em 10 estados brasileiros. Elas representam as construções defensivas implantadas no território nacional, nos pontos que serviram para definir as fronteiras marítimas e fluviais do país. Implantadas pelos europeus no Brasil, as fortificações tiveram suas origens em um processo de ocupação do território de modo particular, diferenciado das outras potências coloniais. Baseava-se em um esforço descentralizado, oriundo de ações dos próprios moradores das diferentes capitanias que formariam o Brasil, sem uma maior intervenção da metrópole. Isso resultou na construção de centenas de fortificações, espalhadas por todo o território nacional, edificadas para atender mais a interesses locais do que os de Portugal. O forte sul-mato-grossense Resultante da disputa por território entre portugueses e espanhóis na região meridional, a história da localidade de Forte de Coimbra iniciou-se quando o então governador da Capitania de Mato Grosso, Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, descumpriu o Tratado de Madri, de 1750, e avançou sobre a margem direita do Rio Paraguai, sendo pelo Tratado considerada de domínio espanhol. Em 1775, o governador enviou o capitão Matias Ribeiro da Costa com uma tropa de homens para fundar um presídio num ponto estratégico conhecido como Fecho dos Morros. Chegando ao estreito de São Francisco Xavier, Matias desembarcou e fundou um presídio de paliçada, chamado Presídio de Coimbra, acreditando ser aquele o ponto procurado. Dois anos depois de sua fundação a paliçada foi destruída por um incêndio, sendo reconstruída logo após o sinistro, mas foi somente em 1797, quando o então comandante, o engenheiro militar e geógrafo Ricardo Franco de Almeida Serra assumiu o comando do presídio, que a muralha de pedra do atual Forte de Coimbra foi desenhada pelo mesmo e construída em uma formação rochosa à direita da paliçada. No final de 1864, após a República do Paraguai declarar guerra contra o Império Brasileiro, o Forte foi atacado no dia 25 de dezembro sob o comando do coronel paraguaio Vicente Barrios. Após resistência aos ataques paraguaios, na noite de 28 para 29 o comandante Hermenegildo Portocarrero decidiu embarcar a guarnição do forte no navio Anhambaí, e partir para Corumbá sem que os inimigos percebessem. O Forte ficou sob domínio paraguaio, sendo retomado apenas em 1868. Após a Guerra da Tríplice Aliança, última batalha da qual participou o Forte de Coimbra, ele foi reconstruído a partir das ruínas da muralha que restaram, compondo a atual configuração edificada. A fortificação recebeu instalações internas com alojamentos para abrigar soldados, salas para o comandante e administração, paiol para armazenamento de armar, cadeia e calabouço, além de uma capela. Inserido em território militar, atualmente o Forte de Coimbra é administrado pelo Exército Brasileiro, instituição responsável pelos procedimentos de conservação e manutenção desse bem. O Forte é constantemente utilizado para eventos militares, além de ser aberto à visitação turística. Possui um museu que guarda uma urna com as cinzas do Coronel Ricardo Franco e acervo constituído de objetos relacionados à história da fortificação. Também dispõe de um acervo de canhões de diferentes épocas, inseridos na fortificação e suas proximidades, que representam a evolução tecnológica da artilharia.

Pescadores ficam perdidos por causa da cheia no Pantanal e são resgatados por bombeiros

Eles começaram a navegar em círculos e mudança na paisagem referencial  devido ao volume de água impedia a saída da baía para o rio. Pescadores resgatados pelo Corpo de Bombeiros no Pantanal de MS Corpo de Bombeiros/Divulgação Dois pescadores profissionais ficaram perdidos no Pantanal de Mato Grosso do Sul por causa da cheia e foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros na tarde de terça-feira (15). Eles não estavam feridos e nem desidratados. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os pescadores saíram para o rio por volta das 22h (de MS) de segunda-feira (14) porque ficaram sabendo que havia muitos peixes na lâmina de água do local denominado baía do saracura. Quando lá chegaram, viram que não havia peixes e quando tentaram sair, começaram a andar em círculos, voltando sempre ao mesmo local. Eles conseguiram avisar familiares e um primo chamou os bombeiros, no início da tarde de terça-feira (15). Os militares levaram uma hora de barco até chegar ao local onde os pescadores estavam, cerca de 55 quilômetros da área urbana. Conforme os bombeiros, os pescadores estavam nervosos e contaram que, por causa da cheia, camalotes se acumularam em trechos de saída da baía e mudaram a paisagem. Sem referência, eles se confundiram, ficaram desorientados e passaram a navegar em círculos. Os pescadores seguiram os bombeiros em seu próprio barco até o leito do tio Paraguai, sendo escoltados até o porto, onde confirmaram que não precisavam de atendimento médico.

Prefeitura de Cassilândia consegue na justiça desapropriação de prédio cedido a JBS em MS

Procurador afirma que a empresa procurou a JBS mas não conseguiu uma posição da empresa. A unidade fechou há 40 dias e deixou 700 pessoas desempregadas. A prefeitura de Cassilandia, MS, conseguiu na justiça a desapropriação do prédio onde funcionava a JBS na cidade. A unidade gerava pelo menos 700 empregos diretos e foi fechada há pouco mais de um mês. A JBS afirma "que o processo judicial em questão não foi ajuizado contra a companhia. A planta de Cassilândia operava por intermédio de um contrato de arrendamento que já se encontra finalizado. O encerramento das operações da JBS nessa unidade se deu em decorrência da determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)". Segundo o procurador-jurídico de Cassilândia, Donizete Cadete, a decisão foi tomada pela prefeitura após tentar um diálogo com a direção da JBS para reabrir a unidade e não ser atendida: "Ficava aquele 'jogo de empurra' e então decidimos não esperar e tomar uma atitude extrema, pedindo a retomada do prédio para que outro frigorífico possa ser instalado lá" afirma. A decisão foi publicada nesta terça-feira (14). O próximo passo é abrir um processo de licitação com permissão de uso para a escolha de outras empresas interessadas em instalar uma unidade no prédio. "A população se sente derrotada" "O frigorífico existe ali há cerca de 40 anos, a prefeitura fez a doação do prédio para estimular a vinda da empresa e aí com esse conflito da JBS fechar a unidade e não dar satisfação, decidimos dar essa oportunidade a outra companhia" ressalta o procurador. A ideia é oferecer outra fonte de trabalho para os ex-funcionários, já que a unidade era o segundo maior empregador da cidade, atrás apenas da própria prefeitura: "A população se sente derrotada ao ver esse local fechado", finaliza. De acordo com a prefeitura, desde que a unidade fechou os pecuaristas precisavam levar o gado para abater em Campo Grande, uma distância de 440km, desestimulando a atividade na região. Em nota a JBS diz que o processo judicial em questão não foi atualizado pela companhia e que a planta de Cassilância operava por um contrato de arrendamento que já foi finalizado.

Operação cumpre 11 mandados de prisão e 15 de busca e apreensão em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul

Operação Profeta foi feita pelas polícias Federal, Civil e Rodoviária Federal, com o apoio da Militar nas cidades de Congonhas, Belo Horizonte e Uberaba, em Minas Gerais; e em Dourados, no Mato Grosso do Sul. A Polícia Federal (PF) cumpriu 15 mandados de busca e apreensão e 11 de prisão na manhã desta terça-feira (15) relacionados ao tráfico de drogas em Minas Gerais nas cidades de Belo Horizonte, Congonhas e Uberaba; e no Mato Grosso do Sul, em Dourados. Dentre os presos, três já estavam detidos - dois em Dourados e um em Congonhas. Os outros presos foram pegos em Congonhas, Uberaraba e na capital mineira. Participaram da Operação Profeta as polícias Federal, Civil e Rodoviária Federal, com o apoio da Militar. De acordo com o delegado da PF João Geraldo de Almeida, a droga era trazida da Região Norte do Brasil para ser vendida na cidades onde houve a ação policial. "A maior parte [dos suspeitos] tem antecedente criminal como roubo, falsificação de documentos e homicídios", disse Almeida. Ainda segundo ele, dois traficantes que já estavam presos em Dourados (MS) usavam o telefone celular para comandar o tráfico de drogas de dentro da cadeia. Ele falou também que a droga era escondida e enterrada em terrenos baldios. O delegado Rodrigo Moraes Fernandes salientou que a operação em conjunto com as polícias "é uma força integrada de combate ao crime organizado". As investigações duraram cerca de quatro meses. Foram apreendidos dinheiro, celulares, drogas e bloco com anotações. Materiais apreendidos pela polícia Polícia Federal/Divulgação

Sertanejo Thiago Brava era levado de MS para show no Paraguai em carro roubado, diz polícia

Segundo a PRF, cantor seguia para evento em Pedro Juan Caballero.  Motorista, um estudante brasileiro, era dono do veículo e foi encaminhado para PF.  Sertanejo não tem relação nenhuma com o roubo. PRF abordou o veículo onde estava o cantor em Dourados, MS PRF/Divulgação O carro em que o cantor Thiago Brava viajava para um show no Paraguai foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite de segunda-feira (14), na BR-463, em Dourados. Durante a fiscalização os policiais descobriram que o veículo era roubado. O motorista foi encaminhado à Polícia Federal, prestou depoimento e foi liberado. O sertanejo não tem relação com o crime. De acordo com a PRF, no carro estavam o cantor, o empresário dele e o motorista e dono do veículo, um brasileiro de Goiás que estuda medicina no Paraguai. O empresário Juninho Gill disse ao G1 que a equipe do cantor sempre pede que o contratante alugue um carro ou van quando precisam pousar em um aeroporto que não fica na cidade onde será o show. Eles também ficaram surpresos com essa situação, e esclarecem que não tem envolvimento com a pessoa que foi buscá-los. O universitário tinha ido buscar o sertanejo no aeroporto de Dourados e o levava para fazer um show em Pedro Juan Caballero quando foi parado na rodovia que dá acesso à fronteira. Os policiais constataram que o veículo havia sido roubado em 5 de fevereiro em Porto Alegre. O documento era falso. Conforme a PRF, o universitário disse que trocou o veículo que tinha anteriormente pelo atual com um colega também estudante de medicina em Pedro Juan Caballero. O universitário, que foi quem contratou o sertanejo, foi encaminhado com o veículo para a Polícia Federal, em Dourados, prestou depoimento e foi liberado. O cantor e o empresário seguiram para o show em uma Van locada.

Delator da Lava Jato é preso em operação contra lavagem de dinheiro de tráfico internacional de drogas

Efeito Dominó é um desdobramento da operação que prendeu o Cabeça Branca, um dos maiores traficantes da América do Sul. PF prende doleiro e mais sete ligados a lavagem de dinheiro do tráfico A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta terça-feira (15) Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, delator da Lava Jato. Outras sete pessoas também foram presas em uma operação contra lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas. Ceará atuava na Lava Jato com o doleiro Alberto Youssef e firmou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O acordo foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A PF disse que vai avisar as duas instituições para que avaliem a rescisão do acordo. Ceará foi preso preventivamente, ou seja, por tempo indeterminado, em João Pessoa (PB). No final da manhã, ele deixou a sede da PF na Paraíba para ser transferido para a Superintendência da PF, em Curitiba. Como delator da Lava Jato, Ceará mencionou os políticos Fernando Collor de Mello, Aécio Neves, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues. (Veja abaixo). O delegado da PF Igor Romário de Paula afirmou que, na época da delação, Ceará escondeu os crimes que ele cometia relacionados ao tráfico de drogas. Prisões preventivas: Carlos Alexandre de Souza Rocha (o Ceará); Edmundo Gurgel Junior; Ivo Queiroz Costa Filho; Hamilton Brandão Lima; Geraldo Ferreira Filho. Prisões temporárias (por cinco dias): José Maria Gomes; Leonir Vettori; Pedro Araújo Mendes Lima. Conforme a PF, seis investigados chegaram à Curitiba e foram encaminhados para a Superintendência da PF ainda na terça-feira. Hamilton e Pedro Araújo chegaram na manhã desta quarta-feira (16). Carlos Alexandre de Souza Rocha chega ao Aeroporto Internacional de João Pessoa Walter Paparazzo/G1 Outros doleiros O G1 apurou que, além dele, outros dois operadores financeiros agem no esquema investigado pela Operação Efeito Dominó, deflagrada nesta terça. Um deles, Edmundo Gurgel Junior, foi investigado pela PF no caso Banestado, na Operação Farol da Colina, segundo a Polícia Federal. Ele foi alvo de prisão preventiva, no Recife (PE). O outro doleiro preso é José Maria Gomes. A prisão dele é temporária e ocorreu no Rio de Janeiro (RJ). Todos os presos serão levados para a Superintendência da PF, em Curitiba. O G1 tenta localizar os advogados dos citados. PF prende empresário no Recife em operação contra lavagem de dinheiro de tráfico internacional de drogas PF apreendeu dinheiro durante busca realizada em Recife, pela Operação Efeito Dominó Divulgação/Polícia Federal Operação Efeito Dominó Batizada de Efeito Dominó, a ação é um desdobramento da Operação Spectrum, deflagrada em 2017. Na ocasião, Luiz Carlos da Rocha – o Cabeça Branca, um dos maiores traficantes da América do Sul, segundo a PF – foi preso em Sorriso (MT). Cabeça Branca foi procurado por 30 anos pela PF e pela Interpol. Ele fez várias cirurgias plásticas para mudar o rosto. 'Embaixador do tráfico' vivia como grande agropecuarista em MT, diz PF PF acha US$ 340 mil em carro apreendido com um dos maiores traficantes do país De acordo com a PF, a investigação policial apontou uma "complexa e organizada estrutura" destinada à lavagem de recursos provenientes do tráfico internacional de entorpecentes. O delegado da PF Roberto Biasoli afirmou que as pessoas presas nesta terça-feira formam o "núcleo principal" da organização ligada ao Cabeça Branca. "Só pelo que nós conseguimos levantar com o material apreendido, do ano de 2014 a 2017, teriam sido negociadas 27 toneladas de cocaína, isso com um lucro de aproximadamente US$ 140 milhões", disse o delegado. Biasoli explicou que quase todos os presos tinham acesso ao Cabeça Branca, e que o contato com ele era restrito. Os presos, segundo Biasoli, são doleiros e lavadores de dinheiro. Conforme o delegado, Ceará e Cabeça Branca passaram a atuar juntos a partir de 2016. Antes, em 2013, Ceará já trabalhava para traficantes, ainda de acordo com o delegado. De acordo com a decisão do juiz Nivaldo Brunoni, da 23ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, as prisões foram decretadas porque a prática dos crimes investigados "permite conclusão da existência de risco de reiteração delitiva e, por conseguinte, risco à ordem pública". Arte/G1 A estratégia A estratégia da operação, conforme a PF, é baseda na ligação de interesses das atividades ilícitas dos "clientes dos doleiros" investigados. Biasoli citou que traficantes estão entre esses "clientes". De um lado, havia a necessidade de disponibilidade de grande volume de reais em espécie para o pagamento de propinas, segundo a PF. Do outro, de acordo com a PF, traficantes internacionais – como Cabeça Branca – tinham disponibilidade de recursos em moeda nacional e necessitavam de dólares para fazer as transações internacionais com fornecedores de cocaína. Biasoli esclareceu que a troca de dólares era realizada de várias formas, sendo o dólar-cabo, que são transferências internacionais ilegais, uma delas. Também havia lavagem de dinheiro, segundo o delegado, usando fazendas e outros bens em nome de laranjas, além do envio de dinheiro vivo para o Paraguai em carros com fundos falsos. "A gente tem indícios de um link direto do dinheiro do narcotráfico indo parar na mão de políticos corruptos (...) Eles não estão interessados em saber a origem, eles querem receber. E esse cara que lidava com o dinheiro de narcotraficantes também entregava propina a corruptos", afirmou Biasoli. Os mandados judiciais Ao todo, são 26 mandados judiciais expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba. Há 18 de busca e apreensão, cinco de prisão preventiva e três de prisão temporária. Os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e em São Paulo. Biasoli relatou que foram apreendidos documentos, uma arma de calibre restrito e dinheiro. Entretanto, até o começo da tarde, não havia um balanço fechado do material apreendido na operação. A polícia ainda está mapeando o caminho do dinheiro da organização criminosa. Crimes de lavagem de dinheiro, contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa e associação para o tráfico internacional de entorpecentes são apurados pela Efeito Dominó. Operação Efeito Dominó apura crimes de lavagem de dinheiro, contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa e associação para o tráfico internacional de entorpecentes Divulgação/PF Ceará Ceará, preso na Operação Efeito Dominó, é um dos delatores da Operação Lava Jato. Ele trabalhava para o doleiro Alberto Youssef e foi preso na 1ª fase da Lava Jato. Em 2014, Ceará disse, em depoimento, que foi a Maceió e levou R$ 300 mil para o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL) em pacotes de notas de R$ 100. O depoimento foi homologado em 2015. À época, Collor negou conhecer Ceará e questionou a credibilidade do seu depoimento. O delator também mencionou, em depoimento, que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu R$ 300 mil a mando de Youssef. Aécio negou a afirmação. Ceará ainda citou a entrega de dinheiro a outros políticos, entre eles, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Contudo, Alberto Youssef negou o repasse de valores a Randolfe Rodrigues, e o STF não viu motivo para investigá-lo. Renan Calheiros negou ter recebido dinheiro. Em nota, a defesa de Aécio informou que a acusação feita sobre o senador foi arquivada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 10 de fevereiro de 2016. "A própria PGR reconheceu no pedido de arquivamento da denúncia que as declarações de 'Ceará' foram desmentidas nos depoimentos prestados pelo empresário Ricardo Pessoa e por Alberto Yousseff", diz trecho do comunicado. Veja mais notícias da região no G1 Paraná.

UE publica decisão sobre embargo a 20 frigoríficos do Brasil, sendo 12 da BRF

Publicação é referente a decisão divulgada em abril. O Brasil é o maior exportador de frango do mundo e a União Europeia é seu principal comprador.  A União Europeia publicou nesta segunda-feira (14) a decisão divulgada em abril de proibir importações de produtos de carne, especialmente aves, de 20 fábricas brasileiras que eram autorizadas a exportar ao bloco europeu. Dentre as 20 fábricas, 12 são unidades da BRF. A decisão é um desdobramento da operação Carne Fraca e entra em vigor no segundo dia após a publicação no diário oficial desta segunda-feira, de acordo com o documento. O Brasil é o maior exportador de frango do mundo e a União Europeia é seu principal comprador. O bloco é responsável por 7,5% do frango vendido pelo país ao exterior, em toneladas, e 11% em receita, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), divulgados ao G1 em abril deste ano. Nesta segunda, as ações da empresa subiram 3,2%, enquanto o Ibovespa teve variação positiva de 0,01%. "(...) Investigações em andamento e ações recentes da Justiça no Brasil indicam que não há garantias suficientes de que os estabelecimentos das empresas BRF e SHB, autorizados a exportar carne e produtos cárneos para a União, cumprem com os requisitos relevantes da União", diz o texto da UE, referindo-se à última fase da Carne Fraca, em março, que teve a BRF como alvo. "Por conseguinte, os seus produtos podem constituir um risco para a saúde pública e é adequado removê-los da lista de estabelecimentos a partir dos quais são autorizadas as importações na União de carne e produtos à base de carne", afirma a UE. Exportação de carne de frango do Brasil Infografia: Juliane Monteiro/G1 A BRF tem atualmente 35 unidades produtivas no país, mas nem todas exportam para a União Europeia. As fábricas da BRF citadas na lista da UE estão em: Toledo (PR) Ponta Grossa (PR) Francisco Beltrão (PR) Concórdia (SC) Chapecó (SC) Capinzal (SC) Nova Mutum (MT) Várzea Grande (MT) Dourados (MS) Rio Verde (GO) Serafina Corrêa (RS) Marau (RS) Nesta segunda (14), a BRF informou que deu férias coletivas para 2,3 mil funcionários da unidade de Rio Verde, na região sudoeste de Goiás. A dispensa afeta os funcionários da linha de abate de aves. Além de Rio Verde, a empresa colocou funcionários de outros três frigoríficos em férias coletivas: Capinzal (SC), Carambeí (PR) e Toledo (PR). Comitê europeu decide barrar 20 frigoríficos brasileiros

Em novo protesto contra ação de analistas da Receita Federal, transportadoras fecham em MS fronteira do Brasil com a Bolívia

Setor de transportes quer que governo resolva impasse com funcionários da Receita Federal, para agilizar desembaraço aduaneiro na fronteira.  Porto Seco de Corumbá foi novamente fechado às 6h desta segunda e fronteira será totalmente bloqueada às 13h (de MS). Setlog Pantanal/Divulgação As empresas de transporte rodoviário de cargas e logística de Corumbá e Ladário, além de caminhoneiros da região, fecham às 13h (de MS) desta segunda-feira (14), a fronteira do Brasil com a Bolívia, em Corumbá, na região oeste de Mato Grosso do Sul. Segundo o presidente do Sindicato Das Empresas de Transporte Rodoviario de Cargas e Logistica de Corumba e Ladario (Setlog Pantanal), Lourival Júnior, disse ao G1 o protesto não tem hora para terminar e ocorre por conta dos prejuízos que eles estão sofrendo por conta da demora dos analistas analistas tributários da Receita Federal na liberação de veículos que vão atravessar a fronteira com a Bolívia. De acordo com o Setlog Pantanal, em média a demora era de dois dias e atualmente passa de uma semana. Os analistas tributários da Receita Federal vêm promovendo desde o início do ano uma série de manifestações e atos pelo descumprimento por parte do governo federal do acordo salarial assinado em março de 2016, além de reivindicar valorização da categoria e melhores condições de trabalho. A manifestação é a segunda em um intervalo de poucas semanas contra a situação. Em 16 de abril a categoria fechou a entrada do Porto Seco, em Corumbá. Hoje, às 6h foi novamente fechada com pneus e faixas a entrada do Porto Seco do município e desde às 10h, a fronteira com a Bolívia foi parcialmente bloqueada, sendo liberada a passagem somente de automóveis. “A partir das 13h não passa mais nada. Queremos por um fim a essa situação. Precisamos que o governo federal resolva esse problema com os funcionários da Receita, porque quem está pagando a conta é a iniciativa privada. Queremos que o governo diga se vai cumprir o acordo salarial daqui a um mês, daqui a dois ou não vai cumprir, para por fim a essa novela, porque quem está sendo prejudicado é a iniciativa privada”.

Justiça ouve por videoconferência casal flagrado tentando sair do país com R$ 20 mil e cartões em MS

Eles permanecem presos e devem ser ouvidos por carta precatória em Corumbá, segundo a assessoria de imprensa da Polícia Federal (PF).  Dinheiro apreendido com casal em Corumbá, MS PF/Divulgação O casal flagrado tentando sair do país com R$ 20 mil e em posse de diferentes cartões de terceiros, passará por audiência de custódia por meio de videoconferência, em Campo Grande. Eles permanecem presos e devem ser ouvidos por carta precatória em Corumbá, segundo a assessoria de imprensa da Polícia Federal (PF). A suspeita, no caso deles, é de lavagem de dinheiro e o juiz nestes casos atua na capital sul-mato-grossense, ainda de acordo com a assessoria. Além do dinheiro que estava em posse do casal, os agentes da PF também encontraram mais R$ 150 mil na casa dos suspeitos. Entenda o caso O flagrante de evasão de divisas foi feito pela PF durante fiscalização de rotina no posto fiscal Esdras, na noite desta quinta-feira (10). A investigação aponta que um grupo havia invadido a residência dos autuados, saído de lá com dinheiro, sendo abordado por um policial civil que mora perto do local. Para entrar no imóvel, os homens arrombaram portas e janelas. Eles foram levados à PF e disseram aos policias que invadiram a residência porque os filhos do casal preso pediram que retirassem o dinheiro que havia lá. O pedido, de acordo com relato do grupo à PF, era para que o dinheiro fosse retirado do imóvel o mais rápido possível. Com os homens foram apreendidos R$ 150 mil e a origem do dinheiro está sendo investigada.

UEMS abre concurso com 10 vagas de professor para área de medicina, saúde e biologia com salário que pode chegar a R$ 8.698,87 

Inscrições custam R$ 205,36 e vão do dia 14 a 30 de maio, nos Correios.  UEMS está abrindo concurso público com dez vagas para professor em Campo Grande Reprodução/TV Morena A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) abre na segunda-feira (14), as inscrições em concursos público para o cargo de professor das áreas de medicina, saúde, biologia e ciências humanas. O certame oferece dez vagas, com salário que pode chegar a R$ 8.698,87, dependendo da titulação do candidato. Segundo o edital publicado nesta sexta-feira (11), no Diário Oficial do estado, as inscrições vão até o dia 30 de maio e são feitas pelos Correios, com o encaminhamento via Sedex do formulário de inscrição preenchido e comprovante do pagamento da taxa de inscrição, que é de R$ 205,36. As vagas são para a unidade de Campo Grande. A remuneração inicial corresponde ao vencimento base para o cargo de professor de ensino superior. A jornada de trabalho pode ser 20 ou 40 horas por semana, distribuída nos períodos diurno e noturno, conforme a necessidade da instituição. O menor vencimento é o de professor especialista, com carga de 20 horas, que é de R$ 2.144,93. O maior é de professor doutor, com carga de 40 horas, que é de R$ 8.698,87. A inscrição dos candidatos estará sujeita a homologação da comissão organizadora do certame. O concurso terá duas fases: prova escrita, no dia 22 de junho e prova didática e de títulos, nos dias 28 e 29 de junho. O resultado final deve ser divulgado no dia 6 de julho. Das dez vagas, oito são para medicina, sendo seis de concorrência ampla e duas para candidatos negros. As outras duas vagas são para candidatos que tenham graduação em uma das seguintes áreas: ciências biológicas ou biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina veterinária, nutrição, odontologia, psicologia, serviço social ou terapia ocupacional e doutorado em ciências da saúde, ciências biológicas, ciências humanas ou multidisciplinar.

'Tribunal do crime' de facção condenou mecânico morto em MS, aponta investigação

Antes de ser morto o homem foi torturado, ainda de acordo com a polícia. Ordem foi dada por facção criminosa.  Polícia faz operação para prender suspeitos de assassinato e tortura em Três Lagoas A polícia concluiu que o mecânico Alisson de Souza Santos, de 23 anos, foi morto depois de passar por uma espécie de "tribunal do crime" em Três Lagoas, a 313 quilômetros de Campo Grande. Segundo as investigações, a ordem partiu de dentro do presídio na região leste do estado e foi dada por chefes de uma facção criminosa. Alisson estaria cometendo estupros contra uma adolescente de apenas 11 anos, que era vizinha. A família da menina descobriu o caso, e de acordo com a polícia, resolveu acionar a facção. Diante da esposa, o mecânico foi tirado a força de dentro da casa dele, no dia 26 de feveiro. Ele passou pelo "tribunal de júri do crime" e teria sido torturado e assassinado. O mecânico foi encontrado morto no dia 1º de março, em um fazenda às margens da BR-158. O corpo já estava em estado de putrefação. O mesmo tribunal ainda teria torturado outras duas pessoas, que foram libertadas. As investigações sobre o caso do mecânico fizeram parte de uma operação denominada “Hidra de Lerna”, em referência a lenda de um monstro da mitologia grega que tinha o corpo de dragão e várias cabeças de serpente. Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e 18 mandados de prisão preventiva. Policiais em um dos locais alvos da operação, em Três Lagoas, MS Eliane Freitas/TV Morena

Apontado como chefe de grupo em MS, motorista e mais um são condenados por morte de PM 

Os três foram julgados quarta-feira (9), em Três Lagoas. Outros réus pelo crime ainda vão a julgamento. Julgamento de acusados de matar policial em Três Lagoas Eliane Freitas/TV Morena Em julgamento realizado quarta-feira (9), foram condenados os três primeiros réus pela morte de Otacílio Pereira de Oliveira, de 60 anos, ocorrida em março de 2013, em Três Lagoas, a 313 quilômetros de Campo Grande. Marcos Barbosa, de 42 anos, apontado como chefe do grupo foi condenado a 7 anos e três meses de prisão em regime semiaberto. Maicon Gomes dos Santos, de 25 anos, pegou 26 anos e 4 meses em regime fechado. Ele teria dado fuga aos executores. Cleverson Messias Pereira dos Santos, de 28 anos, foi condenado a 39 anos e 5 meses em regime fechado. Estes foram os primeiros a serem julgados pelo homicídio. Há ainda outros 16 réus, que vão a julgamento em outras três datas, até o fim do mês de maio. Todos seriam de grupo ligado à facção criminosa. Para o julgamento foi montado forte esquema de segurança no Fórum de Três Lagoas. Participam mais de 50 policiais, há monitoramento por aeronave e ruas próximas foram fechadas. Crime O policial, que também trabalhava como mototaxista na cidade, foi morto com quatro tiros ao chegar em casa, por volta das 23h30 (horário de MS) do dia 6 de março. Segundo relatos de testemunhas, ele foi abordado por quatro homens que chegaram em um carro. Eles atiraram e, em seguida, fugiram do local. Nenhum objeto foi roubado do veículo e nem da casa da vítima. Três são condenados pela morte de policial militar em Três Lagoas

Funsat oferece vagas com salário de até R$ 3 mil em Campo Grande nesta quarta-feira (9)

As vagas de mecânico pedem experiência e não exigem ensino fundamental completo. Nesta quarta-feira (9) a Funsat tem oportunidades para 5 funções com remuneração que varia entre R$997,00 e R$2.860,00 mais benefícios, confira as vagas: Auxiliar de costureira (no acabamento) Com experiência na área de acabamento e revisão das peças feitas. Ensino Fundamental Incompleto. Salário: R$ 997,00 Benefícios: Vale transporte, cesta básica por assiduidade e cartão farmácia Auxiliar de pessoal Com experiência em folha de pagamento, admissão, demissão, férias, 13° salário. Ensino Médio Completo ou Formação Técnica em contabilidade. Salário: R$ 1500,00 Outros benefícios serão informados na entrevista Mecânico de motor a diesel Necessita ter conhecimento e experiência em mecânica de motor a diesel. Realizará serviço de manutenção dos ônibus. Necessário ter disponibilidade de horário. Ensino Fundamental Completo. Salário: R$ 2500,00 Benefícios: vale transporte, vale refeição, participação nos lucros, vale gás e assistência médica. Mecânico de manutenção de máquinas de costura São 2 vagas, sendo uma para auxiliar de mecânico de máquinas de costura e outra para Mecânico Função: realizar manutenção em componentes, equipamentos e máquina de costura. Planejar atividade de manutenção, avaliar condições de funcionamento e desempenho de componentes de máquinas e equipamentos, lubrificar máquinas, componentes e ferramentas. Documentar informações técnicas, realizar ações de qualidade e preservação ambiental. Trabalhar seguindo as normas de segurança, higiene, qualidade e proteção. Ensino fundamental completo. Salário: R$ 1119,00 (mecânico) e R$ 997,00 (auxiliar de mecânico) Benefícios: Vale transporte e alimentação Mecânico de máquinas e equipamentos pesados Executar os serviços de manutenção mecânica, montando e desmontando máquinas e equipamentos, reparando ou substituindo partes e peças, visando o seu perfeito funcionamento e prolongamento de sua vida útil. Precisa ter CNH ‘C’ e disponibilidade para eventuais viagens. Ensino fundamental incompleto (que saiba ler e escrever) Salário: R$ 2860,00 Benefícios: 374,80 de insalubridade, refeição livre (quando estiver em alojamento), Uniformes e Seguro de Vida. A funsat fica na rua 14 de julho, 992, na Vila Glória e o atendimento é das 7h da manhã até as 17h.

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