{"id":69093,"date":"2026-10-18T17:15:00","date_gmt":"2026-10-18T20:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornal24horas.com.br\/?p=69093"},"modified":"2026-10-18T17:15:00","modified_gmt":"2026-10-18T20:15:00","slug":"tales-of-eternia-remastered-se-beneficia-da-generosidade-do-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornal24horas.com.br\/?p=69093","title":{"rendered":"Tales of Eternia Remastered se beneficia da generosidade do tempo"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o s\u00e3o muitas as desenvolvedoras que olham para o passado de suas franquias para tornar seus jogos cl\u00e1ssicos acess\u00edveis a novos p\u00fablicos. A grande maioria se concentra em produzir games novos e ponto. Uma pena para quem, assim como este redator que vos escreve, joga videogame desde os tempos das TVs de tubo. <\/p>\n<p>J\u00e1 faz um tempo que a Bandai Namco, uma exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra, vem fazendo a boa e revivendo t\u00edtulos consagrados da s\u00e9rie Tales of. A empresa japonesa tem se empenhado tanto que relan\u00e7a at\u00e9 mesmo jogos que nem precisavam de um remaster, ao menos n\u00e3o neste momento, vide Tales of Berseria. <\/p>\n<p>O relan\u00e7amento da vez \u00e9 Tales of Eternia, uma joia dos tempos de ouro dos RPGs japoneses, dispon\u00edvel originalmente para o PlayStation 1 e agora renovado para atrair uma nova leva de jogadores, especialmente aqueles que n\u00e3o tiveram a oportunidade de aproveit\u00e1-lo na inf\u00e2ncia. <\/p>\n<h3>Um jogo que pavimentou terreno para a franquia crescer <\/h3>\n<p>Quem \u00e9 das antigas sabe: Tales of Eternia \u00e9 um produto de sua \u00e9poca e representa bem um modelo de level design dos anos 1990. Trata-se de um RPG tradicional, no qual exploramos um mapa-m\u00fandi que conecta cidades, vilarejos e outras localidades, representadas em escala reduzida, tal como uma maquete de escola. <\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>Em termos de estrutura, digamos que era o tipo de mundo explor\u00e1vel que o hardware permitia construir na gera\u00e7\u00e3o dos 32 bits. Guardadas as devidas propor\u00e7\u00f5es, era o que eu entendia como mundo aberto nos anos 1990. Ambicioso em escopo, Tales of Eternia veio em uma \u00e9poca em que Final Fantasy e Dragon Quest ditavam tend\u00eancias que at\u00e9 hoje s\u00e3o usadas na ind\u00fastria. <\/p>\n<p>Lembro que tinha um disco pirata (obviamente) e cheguei a jogar o in\u00edcio de Tales of Eternia, embora ainda fosse muito novo para entender suas mec\u00e2nicas. Al\u00e9m disso, \u00e9 um RPG que pode ser implac\u00e1vel, exigindo cuidado na forma\u00e7\u00e3o de grupos, no posicionamento nas arenas e familiaridade com combos. <\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>O que realmente me atraiu na barraquinha que vendia discos do lado de casa foi a arte lind\u00edssima da capa, assinada por Mutsumi Inomata, uma das grandes respons\u00e1veis por moldar a identidade art\u00edstica da franquia. Arrisco dizer que \u00e9 uma das artes mais marcantes dos RPGs japoneses, com aquele toque charmoso de anime dos anos 1990.<\/p>\n<h3>Elementos de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica o diferenciam dos demais RPGs da \u00e9poca<\/h3>\n<p>\u00c0 \u00e9poca, Tales of Eternia tentou fugir do \u00f3bvio, isto \u00e9, da tem\u00e1tica medieval explorada \u00e0 exaust\u00e3o, e seguiu por um caminho mais Star Ocean, em especial The Second Story, tamb\u00e9m lan\u00e7ado no primeiro PlayStation. A semelhan\u00e7a est\u00e1 na maneira como elementos de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica s\u00e3o incorporados a uma trama cujo chamariz \u00e9 o relacionamento entre os protagonistas. <\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>Em Eternia, acompanhamos os amigos de inf\u00e2ncia Reid e Farah, que presenciam a queda de uma nave em seu vilarejo. Ap\u00f3s o acidente, eles encontram uma garota vinda de outro mundo, que se comunica por meio de um idioma at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido, e partem juntos em uma jornada por Infernia e Celestia, dois reinos distintos e opostos. <\/p>\n<p>O tom de mist\u00e9rio que envolve a narrativa e o desenvolvimento das rela\u00e7\u00f5es entre os personagens ainda s\u00e3o aspectos que se sobressaem, mesmo sendo um jogo de PlayStation 1. Confesso que eu havia me esquecido de como Tales of sempre prezou, desde os prim\u00f3rdios, por conex\u00f5es profundas entre seus her\u00f3is, que v\u00e3o muito al\u00e9m de figuras meramente funcionais. <\/p>\n<h3>Combate \u00e0 prova do tempo <\/h3>\n<p>O combate, por sua vez, acontece em tempo real e carrega a marca registrada de Tales of. D\u00e1 para ver que o game tenta se distanciar dos RPGs mais convencionais de sua \u00e9poca, isto \u00e9, dos jogos por turnos, mas sem abrir m\u00e3o de a\u00e7\u00f5es mais calculadas. Em termos de ritmo, Eternia j\u00e1 flertava com o hack and slash e ensaiava o que viria a se tornar uma caracter\u00edstica presente em alguns dos t\u00edtulos subsequentes. <\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>Remasters servem para nos lembrar de que games de qualidade acima da m\u00e9dia s\u00e3o atemporais. As lutas em vis\u00e3o lateral de Tales of Eternia, por exemplo, s\u00e3o imunes ao tempo. Encaixar combos nos inimigos \u00e9 uma gostosura que s\u00f3, ainda mais com o qu\u00ea de estrat\u00e9gia na hora de gerenciar os especiais.<\/p>\n<p>Conforme mencionei, a dificuldade de Eternia \u00e9 maior do que estamos acostumados a ver em RPGs atuais, especialmente por conta da falta de balanceamento no combate. Se n\u00e3o tomar o devido cuidado e estiver em um n\u00edvel baixo demais, voc\u00ea pode ser abatido com pouqu\u00edssimos golpes. Sim, farmar faz parte do ciclo de progress\u00e3o para conseguir avan\u00e7ar na hist\u00f3ria. <\/p>\n<h3>Recursos de acessibilidade, ainda bem<\/h3>\n<p>A Bandai Namco reconhece que existe um pico de dificuldade acima do normal e, por isso, adiciona os tais facilitadores. S\u00e3o recursos bem-vindos, a meu ver, que dinamizam a jogatina e tornam a experi\u00eancia mais convidativa para quem n\u00e3o tem bagagem com esse tipo de game. <\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>Voc\u00ea pode, por exemplo, acelerar a movimenta\u00e7\u00e3o do personagem, aumentar o ganho de XP, de dinheiro e at\u00e9 calibrar a quantidade de dano causado, al\u00e9m de recorrer a um seletor de dificuldade. O mais importante \u00e9 ter op\u00e7\u00f5es para adaptar o jogo ao seu gosto e, sobretudo, ao seu tempo. <\/p>\n<p>Por trazer o termo remaster no nome, \u00e9 natural que existam melhorias gr\u00e1ficas e de desempenho. Elas est\u00e3o aqui, mas s\u00e3o pontuais. A est\u00e9tica pixelada, com personagens 2D e cen\u00e1rios pr\u00e9-renderizados, envelheceu bem e quase n\u00e3o precisou ser lapidada. <\/p>\n<p>Houve um salto na resolu\u00e7\u00e3o, como \u00e9 de praxe nesse tipo de relan\u00e7amento, e os ambientes ficaram mais limpos, mas coisa m\u00ednima. Inclusive, voc\u00ea pode alternar entre o visual antigo e o novo a qualquer momento para tirar suas pr\u00f3prias conclus\u00f5es. A excelente trilha sonora, vale destacar, tamb\u00e9m ganhou tratamento especial, com melhorias na qualidade da mixagem e tudo.<\/p>\n<h3>Vale a pena? <\/h3>\n<p>Tales of Eternia Remastered continua sendo um RPG emblem\u00e1tico da era de ouro do g\u00eanero. Os anos passaram, mas seus personagens marcantes e sua atmosfera, que transita entre uma aventura aconchegante e uma narrativa com ambi\u00e7\u00f5es c\u00f3smicas, permaneceram \u00e0 prova do tempo. Se tivesse legendas em portugu\u00eas, seria uma recomenda\u00e7\u00e3o f\u00e1cil como primeiro contato para quem n\u00e3o conhece a s\u00e9rie Tales of. Afinal, sua ess\u00eancia est\u00e1 resumida aqui. <\/p>\n<h3>Nota do VOXL: 85<\/h3>\n<p><b>Pontos positivos (Pr\u00f3s):<\/b><\/p>\n<ul>\n<li>O combate em tempo real continua fino<\/li>\n<li>Hist\u00f3ria envolta em mist\u00e9rios, com \u00f3timos personagens<\/li>\n<li>Recursos de acessibilidade bem-vindos<\/li>\n<li>Visual e trilha sonora revistos<\/li>\n<\/ul>\n<p><b>Pontos negativos (Contras):<\/b><\/p>\n<ul>\n<li>Dificuldade ainda pode afastar muita gente<\/li>\n<li>Mais um sem legendas em portugu\u00eas <\/li>\n<\/ul>\n<p>Uma c\u00f3pia de Tales of Eternia Remastered foi gentilmente cedida pela Bandai Namco para o prop\u00f3sito de an\u00e1lise no PS5. O jogo tamb\u00e9m est\u00e1 dispon\u00edvel para PS4, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC<\/p>\n<p>[[{&#8220;value&#8221;:&#8221;N\u00e3o s\u00e3o muitas as desenvolvedoras que olham para o passado de suas franquias para tornar seus jogos cl\u00e1ssicos acess\u00edveis a novos p\u00fablicos. A grande maioria se concentra em produzir games novos e ponto. Uma pena para quem, assim como este redator que vos escreve, joga videogame desde os tempos das TVs de tubo. J\u00e1 faz um tempo que a Bandai Namco, uma exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra, vem fazendo a boa e revivendo t\u00edtulos consagrados da s\u00e9rie Tales of. A empresa japonesa tem se empenhado tanto que relan\u00e7a at\u00e9 mesmo jogos que nem precisavam de um remaster, ao menos n\u00e3o neste momento, vide Tales of Berseria. O relan\u00e7amento da vez \u00e9 Tales of Eternia, uma joia dos tempos de ouro dos RPGs japoneses, dispon\u00edvel originalmente para o PlayStation 1 e agora renovado para atrair uma nova leva de jogadores, especialmente aqueles que n\u00e3o tiveram a oportunidade de aproveit\u00e1-lo na inf\u00e2ncia. Um jogo que pavimentou terreno para a franquia crescer<br \/>\nQuem \u00e9 das antigas sabe: Tales of Eternia \u00e9 um produto de sua \u00e9poca e representa bem um modelo de level design dos anos 1990. Trata-se de um RPG tradicional, no qual exploramos um mapa-m\u00fandi que conecta cidades, vilarejos e outras localidades, representadas em escala reduzida, tal como uma maquete de escola. <\/p>\n<p>                            Em termos de estrutura, digamos que era o tipo de mundo explor\u00e1vel que o hardware permitia construir na gera\u00e7\u00e3o dos 32 bits. Guardadas as devidas propor\u00e7\u00f5es, era o que eu entendia como mundo aberto nos anos 1990. Ambicioso em escopo, Tales of Eternia veio em uma \u00e9poca em que Final Fantasy e Dragon Quest ditavam tend\u00eancias que at\u00e9 hoje s\u00e3o usadas na ind\u00fastria. Lembro que tinha um disco pirata (obviamente) e cheguei a jogar o in\u00edcio de Tales of Eternia, embora ainda fosse muito novo para entender suas mec\u00e2nicas. Al\u00e9m disso, \u00e9 um RPG que pode ser implac\u00e1vel, exigindo cuidado na forma\u00e7\u00e3o de grupos, no posicionamento nas arenas e familiaridade com combos. <\/p>\n<p>                            O que realmente me atraiu na barraquinha que vendia discos do lado de casa foi a arte lind\u00edssima da capa, assinada por Mutsumi Inomata, uma das grandes respons\u00e1veis por moldar a identidade art\u00edstica da franquia. Arrisco dizer que \u00e9 uma das artes mais marcantes dos RPGs japoneses, com aquele toque charmoso de anime dos anos 1990.Elementos de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica o diferenciam dos demais RPGs da \u00e9poca<br \/>\n\u00c0 \u00e9poca, Tales of Eternia tentou fugir do \u00f3bvio, isto \u00e9, da tem\u00e1tica medieval explorada \u00e0 exaust\u00e3o, e seguiu por um caminho mais Star Ocean, em especial The Second Story, tamb\u00e9m lan\u00e7ado no primeiro PlayStation. A semelhan\u00e7a est\u00e1 na maneira como elementos de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica s\u00e3o incorporados a uma trama cujo chamariz \u00e9 o relacionamento entre os protagonistas. <\/p>\n<p>                            Em Eternia, acompanhamos os amigos de inf\u00e2ncia Reid e Farah, que presenciam a queda de uma nave em seu vilarejo. Ap\u00f3s o acidente, eles encontram uma garota vinda de outro mundo, que se comunica por meio de um idioma at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido, e partem juntos em uma jornada por Infernia e Celestia, dois reinos distintos e opostos. O tom de mist\u00e9rio que envolve a narrativa e o desenvolvimento das rela\u00e7\u00f5es entre os personagens ainda s\u00e3o aspectos que se sobressaem, mesmo sendo um jogo de PlayStation 1. Confesso que eu havia me esquecido de como Tales of sempre prezou, desde os prim\u00f3rdios, por conex\u00f5es profundas entre seus her\u00f3is, que v\u00e3o muito al\u00e9m de figuras meramente funcionais. Combate \u00e0 prova do tempo<br \/>\nO combate, por sua vez, acontece em tempo real e carrega a marca registrada de Tales of. D\u00e1 para ver que o game tenta se distanciar dos RPGs mais convencionais de sua \u00e9poca, isto \u00e9, dos jogos por turnos, mas sem abrir m\u00e3o de a\u00e7\u00f5es mais calculadas. Em termos de ritmo, Eternia j\u00e1 flertava com o hack and slash e ensaiava o que viria a se tornar uma caracter\u00edstica presente em alguns dos t\u00edtulos subsequentes. <\/p>\n<p>                            Remasters servem para nos lembrar de que games de qualidade acima da m\u00e9dia s\u00e3o atemporais. As lutas em vis\u00e3o lateral de Tales of Eternia, por exemplo, s\u00e3o imunes ao tempo. Encaixar combos nos inimigos \u00e9 uma gostosura que s\u00f3, ainda mais com o qu\u00ea de estrat\u00e9gia na hora de gerenciar os especiais.Conforme mencionei, a dificuldade de Eternia \u00e9 maior do que estamos acostumados a ver em RPGs atuais, especialmente por conta da falta de balanceamento no combate. Se n\u00e3o tomar o devido cuidado e estiver em um n\u00edvel baixo demais, voc\u00ea pode ser abatido com pouqu\u00edssimos golpes. Sim, farmar faz parte do ciclo de progress\u00e3o para conseguir avan\u00e7ar na hist\u00f3ria. Recursos de acessibilidade, ainda bem<br \/>\nA Bandai Namco reconhece que existe um pico de dificuldade acima do normal e, por isso, adiciona os tais facilitadores. S\u00e3o recursos bem-vindos, a meu ver, que dinamizam a jogatina e tornam a experi\u00eancia mais convidativa para quem n\u00e3o tem bagagem com esse tipo de game. <\/p>\n<p>                            Voc\u00ea pode, por exemplo, acelerar a movimenta\u00e7\u00e3o do personagem, aumentar o ganho de XP, de dinheiro e at\u00e9 calibrar a quantidade de dano causado, al\u00e9m de recorrer a um seletor de dificuldade. O mais importante \u00e9 ter op\u00e7\u00f5es para adaptar o jogo ao seu gosto e, sobretudo, ao seu tempo. Por trazer o termo remaster no nome, \u00e9 natural que existam melhorias gr\u00e1ficas e de desempenho. Elas est\u00e3o aqui, mas s\u00e3o pontuais. A est\u00e9tica pixelada, com personagens 2D e cen\u00e1rios pr\u00e9-renderizados, envelheceu bem e quase n\u00e3o precisou ser lapidada. Houve um salto na resolu\u00e7\u00e3o, como \u00e9 de praxe nesse tipo de relan\u00e7amento, e os ambientes ficaram mais limpos, mas coisa m\u00ednima. Inclusive, voc\u00ea pode alternar entre o visual antigo e o novo a qualquer momento para tirar suas pr\u00f3prias conclus\u00f5es. A excelente trilha sonora, vale destacar, tamb\u00e9m ganhou tratamento especial, com melhorias na qualidade da mixagem e tudo.Vale a pena?<br \/>\nTales of Eternia Remastered continua sendo um RPG emblem\u00e1tico da era de ouro do g\u00eanero. Os anos passaram, mas seus personagens marcantes e sua atmosfera, que transita entre uma aventura aconchegante e uma narrativa com ambi\u00e7\u00f5es c\u00f3smicas, permaneceram \u00e0 prova do tempo. Se tivesse legendas em portugu\u00eas, seria uma recomenda\u00e7\u00e3o f\u00e1cil como primeiro contato para quem n\u00e3o conhece a s\u00e9rie Tales of. Afinal, sua ess\u00eancia est\u00e1 resumida aqui. Nota do VOXL: 85<br \/>\nPontos positivos (Pr\u00f3s):O combate em tempo real continua finoHist\u00f3ria envolta em mist\u00e9rios, com \u00f3timos personagensRecursos de acessibilidade bem-vindosVisual e trilha sonora revistosPontos negativos (Contras):Dificuldade ainda pode afastar muita genteMais um sem legendas em portugu\u00eas Uma c\u00f3pia de Tales of Eternia Remastered foi gentilmente cedida pela Bandai Namco para o prop\u00f3sito de an\u00e1lise no PS5. O jogo tamb\u00e9m est\u00e1 dispon\u00edvel para PS4, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC&#8221;}]]\u00a0\u00a0Voxel\u00a0Novidades do TecMundo | Estad\u00e3o\u00a0<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o s\u00e3o muitas as desenvolvedoras que olham para o passado de suas franquias para tornar seus jogos cl\u00e1ssicos acess\u00edveis a novos p\u00fablicos. A grande maioria se concentra em produzir games novos e ponto. 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