{"id":68884,"date":"2026-10-16T11:00:00","date_gmt":"2026-10-16T14:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornal24horas.com.br\/?p=68884"},"modified":"2026-10-16T11:00:00","modified_gmt":"2026-10-16T14:00:00","slug":"the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-e-quase-um-jogo-novo-com-a-magia-do-original","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornal24horas.com.br\/?p=68884","title":{"rendered":"The Legend of Zelda Ocarina of Time \u00e9 quase um jogo novo com a magia do original"},"content":{"rendered":"<p>Voltar a um cl\u00e1ssico que marcou a hist\u00f3ria dos videogames \u00e9 uma experi\u00eancia curiosa. Voc\u00ea conhece aquele mundo e lembra, pelo menos em teoria, onde ir e o que fazer. Ao mesmo tempo, come\u00e7a a perceber que n\u00e3o \u00e9 o mesmo lugar, mas a sensa\u00e7\u00e3o de estar em casa ainda \u00e9 a mesma.<\/p>\n<p>Ao jogar 90 minutos do remake de <b>The Legend of Zelda: Ocarina of Time<\/b>, foi um pouco da sensa\u00e7\u00e3o que tive ao voltar para a Hyrule da d\u00e9cada de 90. A nova vers\u00e3o chega ao Switch 2 com gr\u00e1ficos completamente retrabalhados, controles que lembram os atuais jogos da franquia e uma novidade que ir\u00e1 agradar o p\u00fablico brasileiro: a dublagem em portugu\u00eas.<\/p>\n<p>A demonstra\u00e7\u00e3o, dividida em tr\u00eas partes, passa pelos primeiros minutos do jogo, al\u00e9m de trechos de explora\u00e7\u00e3o em Hyrule e por uma dungeon mais avan\u00e7ada, com combates e quebra-cabe\u00e7as, o suficiente para perceber que o game ir\u00e1 agradar tanto quem conhece o original quanto quem vai descobrir essa aventura agora.<\/p>\n<h2><b>Um cl\u00e1ssico que finalmente ganha a apresenta\u00e7\u00e3o que merece<\/b><\/h2>\n<p>A primeira parte da demonstra\u00e7\u00e3o acontece logo no come\u00e7o da jornada, quando Link \u00e9 acordado pela Navi, aprendendo os comandos b\u00e1sicos. Aqui, voc\u00ea entende como funcionam os ataques, as esquivas e a defesa, al\u00e9m de se familiarizar com a movimenta\u00e7\u00e3o do personagem.<\/p>\n<p>Quem jogou a vers\u00e3o original no Nintendo 64 vai agradecer de os controles est\u00e3o mais amig\u00e1veis. A c\u00e2mera e a disposi\u00e7\u00e3o dos comandos no Switch 2 deixam a experi\u00eancia mais confort\u00e1vel, sem ter que brigar com o controle para executar uma a\u00e7\u00e3o simples.<\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>Isso n\u00e3o significa que o remake tenha abandonado os desafios do jogo original: o sistema continua exigindo aten\u00e7\u00e3o aos movimentos dos inimigos, como o momento certo de atacar e a maneira como cada confronto deve ser encarado (falo disso mais pra frente).<\/p>\n<p>Visualmente, a mudan\u00e7a tamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o desde os primeiros segundos do gameplay: a vegeta\u00e7\u00e3o, ilumina\u00e7\u00e3o e a composi\u00e7\u00e3o dos cen\u00e1rios cl\u00e1ssicos ganham uma roupagem muito bem-vinda, ajudando a construir um mundo mais vivo, sem perder a identidade visual que tornou Ocarina of Time t\u00e3o reconhec\u00edvel.<\/p>\n<h2><b>Hyrule est\u00e1 mais viva do que nunca<\/b><\/h2>\n<p>A segunda parte da demonstra\u00e7\u00e3o \u00e9 mais curta, focada em explora\u00e7\u00e3o, colocando Link no caminho para o Castelo de Hyrule. O caminho pelos campos at\u00e9 o castelo serve como uma apresenta\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o do mapa e das mudan\u00e7as que acompanham o remake.<\/p>\n<p>A primeira coisa que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o draw distance: o horizonte, al\u00e9m de mais detalhado, permite observar elementos do cen\u00e1rio que d\u00e3o uma maior no\u00e7\u00e3o da escala desse mundo. Os campos verdes se estendem por uma \u00e1rea maior, criando uma ambienta\u00e7\u00e3o mais convincente.<\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>Outro detalhe \u00e9 a quantidade de personagens que aparecem simultaneamente na tela assim que voc\u00ea chega ao castelo. Os NPCs e as ruas da pra\u00e7a transmitem mais a sensa\u00e7\u00e3o de que Hyrule \u00e9 um lugar habitado, e n\u00e3o apenas um cen\u00e1rio renderizado para receber Link em sua aventura.<\/p>\n<p>O caminho continua reconhec\u00edvel, mas os detalhes visuais fazem com que a explora\u00e7\u00e3o pare\u00e7a mais natural, lembrando um pouco do que Breath of the Wild fez, mas de um modo mais linear.<\/p>\n<h2><b>As dungeons continuam exigindo paci\u00eancia<\/b><\/h2>\n<p>A terceira e \u00faltima parte da demonstra\u00e7\u00e3o foi a mais divertida (acho que pela maioria que testou), onde Link, j\u00e1 mais velho, entra na dungeon do Templo da Floresta, com ambientes mais escuros, inimigos mais fortes e quebra-cabe\u00e7as que exigem maior aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Aqui \u00e9 poss\u00edvel ver um pouco mais de como a ilumina\u00e7\u00e3o do remake mostra &#8211; entre outras coisas, que n\u00e3o parece ser um jogo 1:1. As sombras, a n\u00e9voa e os pontos coloridos de luz criam uma atmosfera mais intimista. A nova dire\u00e7\u00e3o de arte merece elogios justamente por entender o que fazia o primeiro jogo t\u00e3o \u00fanico. Em certos momentos, a escurid\u00e3o faz parte do trabalho, ajudando a criar uma sensa\u00e7\u00e3o de mist\u00e9rio que combina com a proposta da aventura.<\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>Os inimigos s\u00e3o mais resistentes e pedem um timing melhor para ataques, esquivas e defesas, ou seja: n\u00e3o saia apertando os bot\u00f5es de qualquer jeito, entenda o comportamento de cada advers\u00e1rio, escolha a arma adequada e identifique as oportunidades para avan\u00e7ar. S\u00e3o controles novos, vai na boa.<\/p>\n<p>Infelizmente, n\u00e3o consegui chegar ao confronto contra o Phantom Ganon, chefe da dungeon apresentada durante o teste. Ainda assim, a demonstra\u00e7\u00e3o foi suficiente para mostrar que o remake n\u00e3o pretende transformar deixar nada mais f\u00e1cil para o jogador, independente da idade.<\/p>\n<h2><b>Dublagem em portugu\u00eas \u00e9 uma das grandes novidades<\/b><\/h2>\n<p>O remake de Ocarina of Time conta com vozes em portugu\u00eas brasileiro, novidade que pudemos ouvir durante a demonstra\u00e7\u00e3o. As cenas cinematogr\u00e1ficas al\u00e9m de mais longas, permitem que os personagens interajam e transmitam suas emo\u00e7\u00f5es. A presen\u00e7a das vozes ajuda a construir uma conex\u00e3o maior com a hist\u00f3ria e torna alguns momentos mais expressivos do que eram na experi\u00eancia original.<\/p>\n\n<div class=\"mm_conteudo blog-multimidia foto\"><\/div>\n<p>Ainda existem situa\u00e7\u00f5es em que os personagens permanecem em sil\u00eancio durante as falas apresentadas na tela, mas isso \u00e9 uma marca registrada da franquia. Nas cutscenes, a dublagem contribui para dar mais personalidade ao elenco e refor\u00e7a a sensa\u00e7\u00e3o de estar diante de uma aventura renovada.<\/p>\n<p>N\u00e3o reconheci todas as vozes durante a sess\u00e3o, mas a participa\u00e7\u00e3o do dublador Mauro Ramos me foi familiar. O trabalho do veterano dublador \u00e9 um dos pontos que mais me chamaram a aten\u00e7\u00e3o durante o teste, assim como o resto da dublagem dos personagens.<\/p>\n<p>Obrigado, Nintendo, por ouvir o p\u00fablico brasileiro. <\/p>\n<h2><b>Ocarina of Time ir\u00e1 conquistar uma gera\u00e7\u00e3o nova<\/b><\/h2>\n<p>Depois dos 90 minutos de demonstra\u00e7\u00e3o, a palavra que resume pra mim \u00e9 conforto. Faz mais de 20 anos desde a \u00faltima vez que joguei Ocarina of Time, ent\u00e3o boa parte da experi\u00eancia para mim foi como se tivesse conhecendo um jogo novo.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea achava que um remake n\u00e3o era necess\u00e1rio t\u00e3o cedo, especialmente depois da vers\u00e3o para Nintendo 3DS, talvez seja a hora de reconsiderar. Pelos testes, a nova edi\u00e7\u00e3o n\u00e3o se limita a atualizar os gr\u00e1ficos de um cl\u00e1ssico, mas sim usar a estrutura de jogo sem abandonar o que fez o original ser t\u00e3o importante.<\/p>\n<p>A influ\u00eancia de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom \u00e9 clara, tanto em como o mundo \u00e9 apresentado quanto na mudan\u00e7a dos controles, proporcionada pelo hardware atual. O resultado ainda preserva a estrutura do Ocarina original, mas oferece uma nova vis\u00e3o sobre uma aventura que muitos jogadores j\u00e1 conhecem de cor &#8211; e que n\u00e3o \u00e9 exatamente a mesma.<\/p>\n<p>Agora, fica a pergunta: <b>um remake de um dos jogos mais bem avaliados da hist\u00f3ria pode entrar na disputa por jogo do ano?<\/b> Se a vers\u00e3o completa conseguir manter o n\u00edvel apresentado nesses 90 minutos, n\u00e3o ser\u00e1 dif\u00edcil imaginar que Ocarina of Time volte a ocupar o centro das aten\u00e7\u00f5es sobre os grandes jogos da ind\u00fastria mais uma vez.<\/p>\n<p>Essa briga ser\u00e1 interessante de acompanhar.<\/p>\n<p>The Legend of Zelda: Ocarina of Time ser\u00e1 lan\u00e7ado em 5 de novembro de 2026, exclusivamente para Nintendo Switch 2.<\/p>\n<p><i>Jogo testado na Cidade do M\u00e9xico a convite da Nintendo.<\/i><\/p>\n<p>[[{&#8220;value&#8221;:&#8221;Voltar a um cl\u00e1ssico que marcou a hist\u00f3ria dos videogames \u00e9 uma experi\u00eancia curiosa. 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A nova vers\u00e3o chega ao Switch 2 com gr\u00e1ficos completamente retrabalhados, controles que lembram os atuais jogos da franquia e uma novidade que ir\u00e1 agradar o p\u00fablico brasileiro: a dublagem em portugu\u00eas.A demonstra\u00e7\u00e3o, dividida em tr\u00eas partes, passa pelos primeiros minutos do jogo, al\u00e9m de trechos de explora\u00e7\u00e3o em Hyrule e por uma dungeon mais avan\u00e7ada, com combates e quebra-cabe\u00e7as, o suficiente para perceber que o game ir\u00e1 agradar tanto quem conhece o original quanto quem vai descobrir essa aventura agora.Um cl\u00e1ssico que finalmente ganha a apresenta\u00e7\u00e3o que merece<br \/>\nA primeira parte da demonstra\u00e7\u00e3o acontece logo no come\u00e7o da jornada, quando Link \u00e9 acordado pela Navi, aprendendo os comandos b\u00e1sicos. Aqui, voc\u00ea entende como funcionam os ataques, as esquivas e a defesa, al\u00e9m de se familiarizar com a movimenta\u00e7\u00e3o do personagem.Quem jogou a vers\u00e3o original no Nintendo 64 vai agradecer de os controles est\u00e3o mais amig\u00e1veis. A c\u00e2mera e a disposi\u00e7\u00e3o dos comandos no Switch 2 deixam a experi\u00eancia mais confort\u00e1vel, sem ter que brigar com o controle para executar uma a\u00e7\u00e3o simples.<\/p>\n<p>                            Isso n\u00e3o significa que o remake tenha abandonado os desafios do jogo original: o sistema continua exigindo aten\u00e7\u00e3o aos movimentos dos inimigos, como o momento certo de atacar e a maneira como cada confronto deve ser encarado (falo disso mais pra frente).Visualmente, a mudan\u00e7a tamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o desde os primeiros segundos do gameplay: a vegeta\u00e7\u00e3o, ilumina\u00e7\u00e3o e a composi\u00e7\u00e3o dos cen\u00e1rios cl\u00e1ssicos ganham uma roupagem muito bem-vinda, ajudando a construir um mundo mais vivo, sem perder a identidade visual que tornou Ocarina of Time t\u00e3o reconhec\u00edvel.Hyrule est\u00e1 mais viva do que nunca<br \/>\nA segunda parte da demonstra\u00e7\u00e3o \u00e9 mais curta, focada em explora\u00e7\u00e3o, colocando Link no caminho para o Castelo de Hyrule. O caminho pelos campos at\u00e9 o castelo serve como uma apresenta\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o do mapa e das mudan\u00e7as que acompanham o remake.A primeira coisa que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o draw distance: o horizonte, al\u00e9m de mais detalhado, permite observar elementos do cen\u00e1rio que d\u00e3o uma maior no\u00e7\u00e3o da escala desse mundo. Os campos verdes se estendem por uma \u00e1rea maior, criando uma ambienta\u00e7\u00e3o mais convincente.<\/p>\n<p>                            Outro detalhe \u00e9 a quantidade de personagens que aparecem simultaneamente na tela assim que voc\u00ea chega ao castelo. Os NPCs e as ruas da pra\u00e7a transmitem mais a sensa\u00e7\u00e3o de que Hyrule \u00e9 um lugar habitado, e n\u00e3o apenas um cen\u00e1rio renderizado para receber Link em sua aventura.O caminho continua reconhec\u00edvel, mas os detalhes visuais fazem com que a explora\u00e7\u00e3o pare\u00e7a mais natural, lembrando um pouco do que Breath of the Wild fez, mas de um modo mais linear.As dungeons continuam exigindo paci\u00eancia<br \/>\nA terceira e \u00faltima parte da demonstra\u00e7\u00e3o foi a mais divertida (acho que pela maioria que testou), onde Link, j\u00e1 mais velho, entra na dungeon do Templo da Floresta, com ambientes mais escuros, inimigos mais fortes e quebra-cabe\u00e7as que exigem maior aten\u00e7\u00e3o.Aqui \u00e9 poss\u00edvel ver um pouco mais de como a ilumina\u00e7\u00e3o do remake mostra &#8211; entre outras coisas, que n\u00e3o parece ser um jogo 1:1. As sombras, a n\u00e9voa e os pontos coloridos de luz criam uma atmosfera mais intimista. A nova dire\u00e7\u00e3o de arte merece elogios justamente por entender o que fazia o primeiro jogo t\u00e3o \u00fanico. Em certos momentos, a escurid\u00e3o faz parte do trabalho, ajudando a criar uma sensa\u00e7\u00e3o de mist\u00e9rio que combina com a proposta da aventura.<\/p>\n<p>                            Os inimigos s\u00e3o mais resistentes e pedem um timing melhor para ataques, esquivas e defesas, ou seja: n\u00e3o saia apertando os bot\u00f5es de qualquer jeito, entenda o comportamento de cada advers\u00e1rio, escolha a arma adequada e identifique as oportunidades para avan\u00e7ar. S\u00e3o controles novos, vai na boa.Infelizmente, n\u00e3o consegui chegar ao confronto contra o Phantom Ganon, chefe da dungeon apresentada durante o teste. Ainda assim, a demonstra\u00e7\u00e3o foi suficiente para mostrar que o remake n\u00e3o pretende transformar deixar nada mais f\u00e1cil para o jogador, independente da idade.Dublagem em portugu\u00eas \u00e9 uma das grandes novidades<br \/>\nO remake de Ocarina of Time conta com vozes em portugu\u00eas brasileiro, novidade que pudemos ouvir durante a demonstra\u00e7\u00e3o. As cenas cinematogr\u00e1ficas al\u00e9m de mais longas, permitem que os personagens interajam e transmitam suas emo\u00e7\u00f5es. A presen\u00e7a das vozes ajuda a construir uma conex\u00e3o maior com a hist\u00f3ria e torna alguns momentos mais expressivos do que eram na experi\u00eancia original.<\/p>\n<p>                            Ainda existem situa\u00e7\u00f5es em que os personagens permanecem em sil\u00eancio durante as falas apresentadas na tela, mas isso \u00e9 uma marca registrada da franquia. Nas cutscenes, a dublagem contribui para dar mais personalidade ao elenco e refor\u00e7a a sensa\u00e7\u00e3o de estar diante de uma aventura renovada.N\u00e3o reconheci todas as vozes durante a sess\u00e3o, mas a participa\u00e7\u00e3o do dublador Mauro Ramos me foi familiar. O trabalho do veterano dublador \u00e9 um dos pontos que mais me chamaram a aten\u00e7\u00e3o durante o teste, assim como o resto da dublagem dos personagens.Obrigado, Nintendo, por ouvir o p\u00fablico brasileiro. Ocarina of Time ir\u00e1 conquistar uma gera\u00e7\u00e3o nova<br \/>\nDepois dos 90 minutos de demonstra\u00e7\u00e3o, a palavra que resume pra mim \u00e9 conforto. Faz mais de 20 anos desde a \u00faltima vez que joguei Ocarina of Time, ent\u00e3o boa parte da experi\u00eancia para mim foi como se tivesse conhecendo um jogo novo.Se voc\u00ea achava que um remake n\u00e3o era necess\u00e1rio t\u00e3o cedo, especialmente depois da vers\u00e3o para Nintendo 3DS, talvez seja a hora de reconsiderar. Pelos testes, a nova edi\u00e7\u00e3o n\u00e3o se limita a atualizar os gr\u00e1ficos de um cl\u00e1ssico, mas sim usar a estrutura de jogo sem abandonar o que fez o original ser t\u00e3o importante.A influ\u00eancia de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom \u00e9 clara, tanto em como o mundo \u00e9 apresentado quanto na mudan\u00e7a dos controles, proporcionada pelo hardware atual. O resultado ainda preserva a estrutura do Ocarina original, mas oferece uma nova vis\u00e3o sobre uma aventura que muitos jogadores j\u00e1 conhecem de cor &#8211; e que n\u00e3o \u00e9 exatamente a mesma.Agora, fica a pergunta: um remake de um dos jogos mais bem avaliados da hist\u00f3ria pode entrar na disputa por jogo do ano? Se a vers\u00e3o completa conseguir manter o n\u00edvel apresentado nesses 90 minutos, n\u00e3o ser\u00e1 dif\u00edcil imaginar que Ocarina of Time volte a ocupar o centro das aten\u00e7\u00f5es sobre os grandes jogos da ind\u00fastria mais uma vez.Essa briga ser\u00e1 interessante de acompanhar.The Legend of Zelda: Ocarina of Time ser\u00e1 lan\u00e7ado em 5 de novembro de 2026, exclusivamente para Nintendo Switch 2.Jogo testado na Cidade do M\u00e9xico a convite da Nintendo.&#8221;}]]\u00a0\u00a0Voxel\u00a0Novidades do TecMundo | Estad\u00e3o\u00a0<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar a um cl\u00e1ssico que marcou a hist\u00f3ria dos videogames \u00e9 uma experi\u00eancia curiosa. Voc\u00ea conhece aquele mundo e lembra, pelo menos em teoria, onde ir e o que fazer. Ao mesmo tempo, come\u00e7a a perceber que n\u00e3o \u00e9 o mesmo lugar, mas a sensa\u00e7\u00e3o de estar em casa ainda \u00e9 a mesma. 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